quarta-feira, 27 de maio de 2026

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Homem que matou idoso dormindo com pauladas e pedradas é condenado a 41 anos no Vale do Aço

Portal Educadora

Publicado há 2 horas

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Homem é condenado a 41 anos de prisão por matar vítima com pauladas e pedradas em Santana do Paraíso. Foto: imagem ilustrativa

O Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga condenou José Adão Gonçalves da Silva a 41 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Francisco Gonçalves de Souza, de 60 anos. O julgamento foi realizado nesta quarta-feira (27).

Segundo a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o crime aconteceu no dia 20 de abril de 2025, às margens da BR-458, próximo ao Posto Rafaela, em Santana do Paraíso.

Vítima dormia quando foi atacada

De acordo com as investigações, Francisco estava dormindo ao lado do posto de combustíveis quando foi surpreendido pelo autor, que iniciou as agressões utilizando um pedaço de madeira.

O Ministério Público apontou que, mesmo após tentar fugir, a vítima continuou sendo atacada até cair no chão. Em seguida, o agressor utilizou uma pedra para continuar as agressões até a morte da vítima.

Desavença antiga teria motivado o crime

Ainda conforme o MPMG, autor e vítima eram pessoas em situação de rua e tinham desavenças antigas após uma briga ocorrida cerca de um ano antes do homicídio.

A acusação sustentou durante o julgamento que o crime foi motivado por vingança.

Suspeito foi preso após tentar fugir

Após o homicídio, José Adão tentou fugir e se esconder em uma área de matagal próxima ao local do crime.

Ele acabou sendo localizado e preso em flagrante pela Polícia Militar.

Júri reconheceu qualificadoras

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime foi cometido:

  • por motivo torpe;
  • com uso de meio cruel;
  • mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, já que ela dormia no momento do ataque.

Também foi considerada a causa de aumento de pena pelo fato da vítima ter mais de 60 anos, além da reincidência do acusado.

Conselho de Sentença acatou tese do Ministério Público

O Conselho de Sentença aceitou integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, resultando na condenação do réu a 41 anos de reclusão em regime inicial fechado.

O caso teve forte repercussão pela violência extrema do crime.

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