O caso envolvendo o futuro do Colégio Angélica, em Coronel Fabriciano, ganhou um novo desdobramento nesta quinta-feira (28). O vereador Zezinho Sinttrocel confirmou que o imóvel foi adquirido pelo Grupo Coelho Diniz.
A informação foi divulgada após uma viagem a Belo Horizonte, onde o parlamentar se reuniu com representantes da empresa.
Vereador diz que foi “direto à fonte”
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Zezinho afirmou que decidiu buscar esclarecimentos diretamente com os envolvidos após a grande repercussão causada pelos rumores sobre uma possível venda do imóvel.
“Fomos direto à fonte em Belo Horizonte para trazer a verdade nua e crua sobre o futuro do prédio do Colégio Angélica”, declarou o vereador.
Segundo ele, participaram da conversa Alex Diniz e Vinícius Diniz, ligados ao Grupo Coelho Diniz.
Grupo afirma que imóvel será utilizado como investimento
De acordo com o vereador, os representantes do grupo confirmaram a compra do imóvel, mas afirmaram que a aquisição ocorreu apenas para fins de investimento.
“O imóvel foi sim adquirido pelo Grupo Coelho Diniz, mas apenas para fins de investimento”, afirmou Zezinho nas redes sociais.
Ainda conforme relatado pelo parlamentar, qualquer intervenção futura deverá passar por comunicação à sociedade e aos órgãos responsáveis.
“Qualquer intervenção ou obra futura será devidamente comunicada à nossa sociedade e às autoridades competentes”, acrescentou.
Caso mobilizou moradores e comunidade cultural
Nos últimos dias, o possível destino do Colégio Angélica gerou forte mobilização em Coronel Fabriciano.
Rumores de venda e especulações sobre uma possível demolição provocaram preocupação entre moradores, artistas, ex-alunos e representantes da cultura local.
A repercussão foi tão grande que uma manifestação em defesa do patrimônio histórico foi marcada para este sábado (30), em frente ao imóvel.
Caso segue gerando repercussão
Mesmo com a confirmação da compra, o futuro do Colégio Angélica ainda segue cercado de expectativa entre moradores de Coronel Fabriciano.
A população aguarda novos posicionamentos oficiais sobre possíveis projetos para o imóvel e sobre como ficará a preservação do patrimônio histórico da cidade.