sábado, 12 de setembro de 2026

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MPMG denuncia homem após cão morrer em ataque com machado na zona rural de Bugre

Portal Educadora

Publicado há 9 horas

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MPMG denunciou homem por maus-tratos após cão morrer em Bugre. Segundo a acusação, outro animal também teria sido atacado. foto: imagem ilustrativa

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou um homem de 30 anos por dois crimes de maus-tratos contra animais domésticos em Bugre, no Vale do Rio Doce. Segundo a denúncia, um cão morreu após ser atingido por um machado, e uma cadela também teria sido atacada.

Os fatos teriam ocorrido na noite de 30 de agosto, no Córrego dos Araújos, zona rural do município. De acordo com a investigação, o denunciado teria saído à procura de cães que estavam soltos após vê-los em sua propriedade.

Animal teria morrido após ataque

Conforme a denúncia apresentada pelo MPMG, o homem teria perseguido os animais até a propriedade de uma moradora e arremessado um machado contra um dos cães. O animal morreu em decorrência da agressão, segundo as apurações.

O Ministério Público informou que a ocorrência foi registrada por meio de fotografias. O machado apontado como instrumento do ataque foi apreendido e submetido a exame pericial, que constatou a aptidão para ser empregado como objeto agressor.

Cadela não sofreu ferimentos, diz denúncia

Na sequência, ainda segundo a denúncia, o investigado teria ido até a residência de outro morador portando o machado e desferido golpes contra uma cadela que estava presa a uma corrente. O animal teria conseguido desviar das investidas e não sofreu ferimentos físicos.

A ação teria sido interrompida após a intervenção do proprietário da cadela, que informou que acionaria a Polícia. O MPMG afirma que o homem foi localizado pela Polícia Militar e, quando ouvido pela autoridade policial, teria admitido que se armou com o machado e procurou os cães após ficar nervoso e com raiva.

MPMG pede prosseguimento da ação

O Ministério Público requereu o recebimento da denúncia, o prosseguimento da ação penal e, ao final, a condenação do acusado pelos dois crimes de maus-tratos. O órgão também pediu reparação por danos morais coletivos no valor de R$ 20 mil e a manutenção da prisão preventiva.

A denúncia será analisada pela Justiça. O acusado tem garantido o direito à defesa durante o andamento do processo.

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