sábado, 24 de outubro de 2026

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Anvisa proíbe venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação

Portal Educadora

Atualizado há 10 meses

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Anvisa proíbe a venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé após risco de contaminação por toxina que pode causar danos à saúde de bebês.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, a distribuição e o uso de lotes específicos de fórmulas infantis após a identificação de risco de contaminação por uma toxina que pode causar danos à saúde de bebês e crianças pequenas.

A medida é preventiva e foi adotada após a detecção da cereulida, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A substância pode provocar sintomas como vômitos intensos, diarreia, sonolência excessiva e mal-estar, especialmente em crianças de pouca idade.

Produtos afetados pela proibição

A interdição atinge apenas alguns lotes de fórmulas infantis fabricadas pela Nestlé Brasil, incluindo produtos das seguintes linhas:

  • Nestogeno
  • Nan Supreme Pro
  • Nanlac Supreme Pro
  • Nanlac Comfor
  • Nan Sensitive
  • Alfamino


Os demais lotes dessas marcas seguem liberados para comercialização e consumo.

Origem da contaminação e recall voluntário

Segundo a Anvisa, a contaminação foi identificada em ingredientes fornecidos por uma fábrica no exterior. Diante da situação, a empresa iniciou um recall voluntário dos produtos afetados.

A agência reguladora reforça que os itens interditados não devem ser utilizados em hipótese alguma.

Orientação aos pais e responsáveis

Pais e responsáveis devem verificar atentamente o número do lote impresso na embalagem. Caso o produto esteja entre os lotes proibidos, a recomendação é interromper o uso imediatamente e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa para obter informações sobre troca ou devolução.

Se a criança apresentar qualquer sintoma após o consumo da fórmula, a orientação é buscar atendimento médico imediato e informar o uso do produto ao profissional de saúde.

Monitoramento do caso

A Anvisa informou que segue monitorando o caso para garantir a segurança alimentar e a proteção da saúde infantil.

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