terça-feira, 13 de outubro de 2026

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Cenipa conclui ação inicial e avança investigação sobre queda de aeronave da PM no Vale do Aço

Portal Educadora

Publicado há 9 horas

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Cenipa concluiu a ação inicial e iniciou a análise de dados sobre a queda de aeronave da PM em Santana do Paraíso, no Vale do Aço

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), concluiu no domingo (11), às 18h, a Ação Inicial da investigação sobre a queda da aeronave de matrícula PP-EJO, registrada na Região Metropolitana do Vale do Aço.

A aeronave da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) caiu na sexta-feira (9), nas proximidades do Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Santana do Paraíso. O acidente deixou três mortos: o tenente-coronel Luís Silvestre e as primeiras-tenentes Gabriela Emília Soares Lacerda Resende e Alice Almeida.

Segundo o Cenipa, a Ação Inicial é realizada logo após a ocorrência. Nessa etapa, investigadores qualificados e credenciados aplicam técnicas para coletar e confirmar dados, verificar os danos causados à aeronave ou pela aeronave e levantar outras informações relevantes para a investigação.

Investigação entra na fase de análise de dados

Com a conclusão da primeira etapa, a apuração avança agora para a Análise de Dados. De acordo com a FAB, serão examinadas as atividades relacionadas ao voo, o ambiente operacional, os fatores humanos e, de forma detalhada, componentes, equipamentos, sistemas e infraestrutura ligados à ocorrência.

A investigação busca identificar possíveis fatores contribuintes para o acidente e, quando aplicável, emitir Recomendações de Segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências. Até o momento, não foi divulgada uma causa para a queda.

Remoção dos destroços cabe ao operador

Em nota, o Cenipa esclareceu que a remoção dos destroços e dos bens transportados é responsabilidade do operador da aeronave, conforme prevê o artigo 88-Q do Código Brasileiro de Aeronáutica.

A Norma do Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA) 3-13 estabelece que, após a liberação do local pelo investigador encarregado do Cenipa e pela autoridade policial competente, cabe ao operador ou proprietário providenciar a retirada dos destroços e dos bens transportados, além da higienização da área.

Segundo a FAB, a medida busca prevenir riscos à segurança, à saúde pública, ao meio ambiente, a propriedades de terceiros e à coletividade. A investigação permanece em andamento.

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