A Sicredi Ouro Branco RS/MG promoveu um encontro especial voltado aos profissionais de comunicação da região nesta terça-feira (12). O evento ocorreu na sede da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (ACIAPI) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). O objetivo principal foi fortalecer conexões e refletir sobre os desafios do cenário atual da comunicação.
O presidente da cooperativa, Neori Abel, abriu o encontro e destacou a importância da imprensa regional. “Olha, esse é um momento especial para a cooperativa. É um momento ainda mais especial pela presença de todos vocês aqui, a imprensa regional que faz um trabalho belíssimo e fundamental em divulgar as coisas da região”, afirmou Abel. Ele também ressaltou a alegria de receber formadores de opinião que realizam um trabalho fantástico.

Expansão acelerada no Vale do Aço
Durante o evento, o projeto de expansão da Sicredi no Vale do Aço ganhou destaque. A cooperativa investe na região há mais de dois anos e meio e já colhe frutos significativos. “Nós estamos com o nosso projeto de expansão aqui há mais de dois anos e meio e viemos exatamente para conversar um pouco mais sobre o cooperativismo de crédito”, explicou o presidente.
A expansão tem sido notavelmente rápida. A Sicredi inaugurou 11 agências em pouco mais de dois anos. Além disso, os resultados já são visíveis nas primeiras unidades. “As primeiras agências já estão com seus resultados viabilizados. Já tivemos a participação de muitos associados nas nossas assembleias e distribuição de resultado”, informou Abel. A projeção para este ano é inaugurar mais uma agência na região.
O modelo cooperativista e as pessoas no centro
Neori Abel também abordou as diferenças entre o modelo cooperativista e as instituições financeiras convencionais. Ele explicou que as cooperativas financeiras possuem uma filosofia e uma dinâmica distintas, pois trabalham por propósito. “O propósito do Sicredi, por exemplo, é o de construir juntos comunidades mais prósperas”, destacou.
Para alcançar esse propósito, o modelo coloca as pessoas no centro das operações. “A construção de comunidades mais prósperas passa primeiro pela atenção às pessoas, aos associados. Tendo as pessoas no centro, esse relacionamento se torna mais próximo e assim a gente acaba transformando o mundo em que a gente vive”, enfatizou o presidente.
Por fim, Abel refletiu sobre o papel do cooperativismo na transformação social. Ele acredita que as mudanças começam em pequena escala. “Eu sempre digo que não é possível a gente mudar o mundo todo de uma vez, mas é possível começar pela nossa rua, pelo nosso bairro. O cooperativismo financeiro tem uma importância e um papel fundamental nisso”, concluiu.