quarta-feira, 24 de junho de 2026

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Justiça autoriza influenciadora Laryssa Oliveira a retomar uso de redes sociais após Operação Sanitas

Portal Educadora

Publicado há 1 hora

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A influenciadora Laryssa Oliveira, investigada na Operação Sanitas, obteve decisão favorável do TRF e volta a usar as redes sociais; ela segue com tornozeleira eletrônica

A influenciadora digital Laryssa Oliveira voltou a ter acesso às redes sociais após uma nova decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) nesta quarta-feira (24). A Justiça revogou a medida restritiva que a impedia de utilizar as plataformas digitais — restrição imposta durante a Operação Sanitas, deflagrada pela Polícia Federal em março deste ano.

Com a decisão favorável, a influenciadora já retomou suas atividades na internet. Para voltar a interagir com seus seguidores, Laryssa criou um novo perfil nas plataformas, uma vez que as contas originais haviam sido removidas a pedido da Polícia Federal durante o andamento das investigações.

A proibição do uso de redes sociais era uma das diversas medidas cautelares determinadas pela Justiça para os investigados na operação. Além do bloqueio digital, a influenciadora segue sendo monitorada por tornozeleira eletrônica. O caso tramita em segredo de justiça, e a defesa continua atuando para tentar a suspensão de todas as restrições impostas aos envolvidos.

Relembre o caso

A Operação Sanitas foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de março e cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão nos municípios de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Caratinga. As investigações apuram a existência de um esquema criminoso voltado para a importação clandestina e a comercialização de medicamentos de origem estrangeira sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O principal alvo da operação é a venda irregular da tirzepatida, medicamento emagrecedor comercializado sob o nome “Lipoless”, que não possui autorização para ser vendido no Brasil. Além de Laryssa Oliveira, seu marido Rafael Stoupa, seu irmão João Victor Gregório e o educador físico Fabrício Assis Freitas também foram alvos da ação policial. Rafael e Fabrício chegaram a ficar presos preventivamente por dez dias no Ceresp de Ipatinga antes de serem soltos com a imposição de medidas cautelares.

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