Foi confirmada para este sábado (30), às 10h, uma manifestação em defesa do Colégio Angélica, em Coronel Fabriciano. O ato será realizado em frente ao imóvel e deve reunir moradores, artistas, ex-alunos, pesquisadores e representantes da comunidade preocupados com o futuro do prédio histórico.
Com o tema “Abrace o Colégio Angélica – Um ato pela história de Fabriciano”, a mobilização ganhou força após rumores sobre uma possível venda da área reacenderem o debate sobre preservação do patrimônio histórico da cidade.
Rumores de venda geraram preocupação na cidade
Nos últimos dias, conforme divulgado pelo Portal Educadora, informações sobre uma possível negociação envolvendo o Colégio Angélica mobilizaram moradores e causaram preocupação entre setores culturais do município.
As especulações apontavam interesse do Grupo Coelho Diniz na aquisição da área. A possibilidade levantou temor sobre uma eventual descaracterização ou até demolição do espaço, considerado um dos símbolos históricos mais importantes de Coronel Fabriciano.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o prefeito Sadi Lucca e o diretor de Cultura, Teco Teixeira, afirmaram que o imóvel será preservado e reforçaram a proteção legal do patrimônio histórico.
“O Colégio Angélica não vai ser demolido, vai ser preservado”, afirmou o prefeito durante o pronunciamento. Segundo ele, o prédio possui tombamento municipal, o que impede qualquer demolição ou intervenção sem autorização oficial do município.
Manifestação deve reunir moradores e ex-alunos
A expectativa é que o ato deste sábado reúna pessoas ligadas à história do Colégio Angélica e moradores que defendem a preservação do patrimônio histórico fabricianense.
Nas redes sociais, organizadores divulgaram mensagens pedindo união da população em defesa da memória da cidade.
“O maior patrimônio histórico de Coronel Fabriciano não pode ser demolido”, diz um dos materiais de divulgação da mobilização.
Caso segue acompanhando pela comunidade
Enquanto não há definição oficial sobre o futuro do imóvel, o tema continua gerando repercussão na cidade.
A comunidade aguarda esclarecimentos sobre possíveis negociações envolvendo a área e cobra participação popular em qualquer decisão relacionada ao patrimônio histórico.
